Comênio e René Descartes
JOSÉ ALESSANDRO DA CONCEIÇÃO SANTOS
Contexto Histórico
•
O
século XVII foi marcado por variadas características nos diversos setores da
vida humana.
•
Setor
econômico
•
Setor
estatal
•
Setor
político Internacional
•
Setor
moral
•
Setor
científico
NASCIMENTO DO RENASCIMENTO
Nascia
uma ordem social, que enfatizava o talento, individualismo, potencial de cada
um, independente da origem; pregava-se a igualdade; colocava o homem no centro
das decisões.
Surgiram
as grandes navegações, reformas religiosas, renascimento artístico e literário.
René
Descartes
Quem foi?
Descartes foi um
importante filósofo, matemático e físico francês do século XVII. Também fez
estudos nas áreas da Epistemologia e Metafísica. Descartes é considerado o
pioneiro no pensamento filosófico moderno.
Nascimento
Descartes nasceu na
cidade de La Haye (França) em 31 de março de 1596.
Morte
Morreu na cidade de
Estocolmo (Suécia) em 11 de fevereiro de 1650.
Principais obras
•
Regras para a direção do espírito (1628)
•
Discurso sobre o método (1637)
•
Geometria (1637)
•
Meditações Metafísicas (1641)
Para acessar o conteúdo em Word clique Aqui
Para acessar o conteúdo em PDF clique Aqui
Comênio
Comênio
pretendia tornar a aprendizagem eficaz e atraente mediante cuidadosa
organização de tarefas. Ele próprio se empenhava na elaboração de manuais – uma
novidade para a época – e minuciosamente detalhava o procedimento do mestre,
segundo gradações das dificuldades e com ritmo adequado a capacidade de
assimilação dos alunos.
O
ponto de partida da aprendizagem é sempre o conhecido, indo do simples para o
complexo, do concreto para o abstrato. O verdadeiro estudo inicia nas próprias
coisas, no “livro da natureza”, o que representa viva oposição ao ensino
retórico dos escolásticos. A experiência sensível, como fonte de todo
conhecimento, exige a educação dos sentidos.
Para
Comênio, o complemento de sua pansofia é a aspiração democrática do ensino, aos
quais todos teriam acesso, homens ou mulheres, ricos ou pobres, inteligentes ou
ineptos. Com estas poucas referencias, percebemos o caráter inovador do
pensamento de Comênio, de sabor muito atual.
![]() | |
| Imagem 1: Mapa filosófico marítimo da idade moderna. Retirada da internet, 2015. |
Conclusão
No
século XVII a Europa ainda se debatia na contradição de uma visão aristocrática
da nobreza feudal diante de um mundo que se construía segundo valores
burgueses. Essa contradição se refletiu, portanto, na educação. Por um lado
existia a aspiração a uma pedagogia realista e, em alguns casos, até universal,
estendida a todos. Por outro, para além das discussões dos filósofos e teóricos
da educação, de maneira geral as escolas continuavam ministrando um ensino
conservador, predominantemente nas mãos dos jesuítas de outras ordens
religiosas.
Por
isso, ainda era cedo para se falar em educação universal, como pensa Comênio. O
que prevaleceu no século XVII foi a formação do gentleman, do honnetê homme, do
cortesão, do modelo de uma nobreza aburguesada (e também de um burguês que
desejava ser fidalgo). Na realidade, esboçava-se no século XIX, sobre tudo com
Herbat. Essa base parece, por exemplo, nas atenções de Comênio com o método, a
organização do conhecimento, o emprego racional do tempo de estudo, a noção de
programa, o cuidado com o material didático, a valorização do mestre como guia
do processo de aprendizagem.
Para acessar o conteúdo em Word clique Aqui
Para acessar o conteúdo em PDF clique Aqui


